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Todos os dias acordamos com uma embalagem diferente. A sociedade nos enxerga e imediatamente nos rotula para nos encaixar em alguma prateleira da vida. Mas o que as pessoas precisam perceber é que só aceitam os rótulos se quiserem. Porque o mundo não foi feito assim com rótulos. Claro que ele tem condições sociais, tem estímulos sociais, e é sensato a gente se adequar à sociedade. Mas é completamente insensato você criar um rótulo para a sociedade te aceitar se você não se aceita como é. Assim, você se joga em milhões de crises.
Para não cair nisso, é preciso ter amor próprio. Quando a gente percebe quais são os nossos dons e os nossos talentos, essa é a nossa vestimenta. Sem rótulos enxergamos melhor as causas e as consequências de sermos quem somos. Se você tem amor próprio, se aceita. E quando você se aceita, é fatal que os outros te aceitem também.
A luta pelo amor próprio é uma luta constante. Todo dia a gente tem de prestar atenção nas nossas qualidades, não só nos defeitos. Acredito que o amor próprio e a auto-estima estejam muito ligados à sua imagem refletida em um espelho interno. Quando deixamos de querer ser um modelo de beleza e passamos a ser um modelo de saúde e equilíbrio, nos tornamos extremamente belos. É um exercício diário.
Não aceite um rótulo quando você é uma poesia.
Que reflexão poderosa! O trecho ‘não aceite um rótulo quando você é uma poesia’ me tocou profundamente. Muitas vezes, nos moldamos para caber em padrões que nem sequer fazem sentido para quem realmente somos, e isso nos afasta do nosso verdadeiro brilho. O amor próprio é um processo diário, e aprender a valorizar nossos dons e talentos nos fortalece.
Escrevi recentemente sobre como desenvolver autoestima e amor-próprio para viver com mais confiança e autenticidade, valorizando quem você realmente é. Se quiser conferir, está aqui: https://vivaoseumelhor.com.br/autoestima-e-amor-proprio/
Parabéns pelo texto inspirador!
Obrigada pelo feedback, Noah!